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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Copa Libertadores da América 2015


Fonte: Site Oficial da CBF
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)







Com o objetivo de esclarecer dúvida suscitada por um órgão da imprensa no tocante ao preenchimento de vaga para a edição de 2015 da Copa Libertadores da América oriunda da Copa do Brasil, a CBF informa que na hipótese de o clube campeão da Copa do Brasil de 2014 também conquistar o direito de participação na Copa Libertadores em virtude de sua classificação no Campeonato Brasileiro da Série A de 2014, esse clube acessará a Copa Libertadores de 2015 com base na conquista do título de campeão da Copa do Brasil, ingressando na segunda fase da competição continental.

Neste caso, será aberta mais uma vaga a ser preenchida por clube advindo do Campeonato Brasileiro Série A de 2014.






quinta-feira, 25 de julho de 2013

Galo é campeão da América!

Fonte e fotos: Futebol Interior
Postado por: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)

Atlético volta a conquistar um título de grande expressão após 42 anos. Foto: globo.com

O raio do Atlético-MG caiu duas vezes no mesmo lugar.
Depois de reverter grande desvantagem na semifinal, o time do técnico Cuca voltou à carga na noite desta quarta-feira ao anular a vitória do Olimpia por 2 a 0, no jogo de ida, com um triunfo pelo mesmo placar no tempo normal, um 0 a 0 na prorrogação e o salvador 4 a 3 nos pênaltis.

A mais nova virada histórica do Atlético assegurou o inédito e sonhado título da Copa Libertadores, em um lotado Mineirão.

Foto: Futebol Interior

De uma só vez, o troféu acabou com a pecha de que o time só conquistava torneios regionais e consolidou a posição do Atlético no panteão dos grandes do Brasil.
O título ainda pôs fim à fama de "azarado" de Cuca, que até então só havia faturado estaduais.
Com uma parceria bem-sucedida com a experiência de Ronaldinho e Diego Tardelli e a juventude de Bernard, o treinador obteve seu maior troféu da carreira.

Como aconteceu no duelo da semifinal, o Atlético sofreu em campo e levou à torcida ao desespero.
Apesar da pressão constante, o time mineiro só chegou ao primeiro gol no início da segunda etapa, com Jô.
O segundo veio apenas aos 41, da cabeça do zagueiro Leonardo Silva. Depois de uma prorrogação desgastante, os brasileiros conquistaram a Libertadores nos pênaltis pelo placar de 4 a 3.

A final desta quarta não foi histórica apenas em razão do título inédito do Atlético.
A segunda partida da decisão contou com um recorde de renda: R$ 14.176.146,00.
A cifra é superior ao dobro da marca anterior, de R$ 6.948.710,00, registrada também neste ano, no duelo entre Flamengo e Santos, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Foto: Futebol Interior

Galo mal...
O Galo começou na pressão, em cima, buscando o primeiro gol, mas quem quase fez foi o Olimpia, aos quinze, num rápido contra-ataque. Bareiro fez linda jogada individual, invadiu a área e bateu com força. Mas, Victor, bem posicionado fez uma importante defesa e salvou o Galo. Ainda com mais posse de bola e pressionando, a cada minuto que passava, o nervosismo aumentava.

A primeira grande chance foi aos 19, com Ronaldinho. Josué fez boa jogada, lançou para Bernard, que cruzou na medida. Gaúcho subiu e testou muito perto do gol paraguaio. O tempo passava e o Galo parecia estar nervoso, com dificuldades na criação das jogadas.
Aos 33, mais uma vez, quem chegou com perigo, foi o Olimpia. Alejandro Silva invadiu a área sozinho e bateu fraco, facilitando a defesa de Victor. Aos 37, o Galo tentou com Tardelli, que isolou por cima do gol. No final do primeiro tempo, nenhum dos times criou nada.

Gols e festa!
Se os torcedores ficaram nervosos no primeiro tempo, na etapa final, o alívio aconteceu logo no primeiro minuto.
Após cruzamento de Rosinei, Pittoni falhou e a bola sobrou para Jô, que bateu rasteiro, com força, abrindo o placar e levando o Mineirão ao delírio.

O Galo foi com tudo para cima e aos cinco quase fez com Tardelli. Bernard cruzou, Tardelli bateu de primeira para uma boa defesa de Martín Silva. No rebote, Jô testou por cima. O caldeirão parecia ferver e aos 14, mais uma vez, os torcedores ficaram no quase. Michel cruzou na medida para o zagueiro Leonardo, que subiu e testou na trave paraguaia.

O Olimpia tentava catimbar ao máximo o jogo.
E, aos 38, os paraguaios tiveram sua melhor chance no segundo tempo.
Ferreyra foi lançado, Victor saiu do gol, mas não conseguiu o corte.
Mas, na hora do chute, o paraguaio escorregou e a defesa do Galo afastou o perigo.
No minuto seguinte, o zagueiro Mansur cometeu falta na entrada da área e acabou sendo expulso.

Foto: Futebol Interior

A pressão era forte e aos 42, enfim, o grito saiu da garganta dos torcedores. Bernard cruzou na medida para o zagueiro Leonardo Silva que testou no ângulo de Martín Silva, vendido na jogada. Com isto, a decisão foi para Libertadores.

Prorrogação!
Como esperado, na prorrogação, o Galo ficou em cima, pressionando e aos nove minutos do primeiro tempo quase fez.
Após cruzamento, Réver subiu mais que todo mundo e acertou o travessão paraguaio.

A melhor chance da etapa final aconteceu com o Olimpia. Aos nove minutos do segundo tempo, numa cobrança de falta, Pittoni bateu com categoria, rente a trave de Victor, que ficou travado no chão e acompanhou com os olhos.

Ficha Técnica
Atlético
2
x
0
Olimpia



Atlético: 4x3 (Nos pênaltis)
Gols: Jô (46') e Leonardo Silva (87')
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG) . Quarta-feira, 24/07, 21h50
Árbitro Central: Wilmar Roldán-COL
Assistentes: Humberto Clavijo-COL e Eduardo Ruiz-COL
Renda: R$ 14.176.146,00 / Público: 56.557 pagantes (58.620 no total)
Cartões Amarelos: Bernard, Luan (Atlético); Salgueiro, Manzur, Martín Silva, Benítez (Olimpia).
Cartões Vermelhos: Manzur (Olimpia).

Atlético: Victor; Michel (Alecsandro), Réver, Leonardo Silva e Júnior César;
Pierre (Rosinei), Josué, Ronaldinho e Diego Tardelli (Luan); Bernard e Jô.
Técnico: Cuca.

Olimpia: Martín Silva; Mazacotte, Manzur e Miranda; Candia, Pittoni, Aranda, Nelson Benítez e Alejandro Silva (Giménez); Salgueiro (Baez) e Bareiro (Juan Ferreyra). Técnico: Ever Almeida.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Libertadores: Atlético-MG perde e se complica

Fonte e fotos: Futebol Interior
Postado por: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)


 “Já revertemos uma vez e é possível fazermos isso de novo, com o apoio da nossa torcida” e “temos mais times que eles e eu acredito”. Essas foram as frases de Victor e Diego Tardelli na saída do gramado do Defensores Del Chaco. O pensamento positivo constratava com a decepção de todo o time do Atlético-MG, que perdeu para o Olímpia, por 2 a 0, na noite desta quarta-feira, na primeira partida da final da Copa Libertadores. O segundo gol paraguaio veio aos 48 minutos do segundo tempo.

Conforme determinação da Conmebol, a partida de volta, marcada para a próxima quarta-feira, não poderá ser realizada na Arena Independência, já que a capacidade mínima de um estádio para receber uma decisão de Libertadores é de 40 mil torcedores. Por isso, o confronto será no Estádio Mineirão e a expectativa é que mais de 50 mil pessoas torçam pelo Galo.

Para ficar com o título inédito da Libertadores, o Atlético-MG terá que vencer por três ou mais gols de diferença, já que a vitória por dois gols leva a decisão para os pênaltis. Enquanto isso, o Olímpia se sagra campeão com uma derrota por até um gol de diferença. Vale lembrar que na final não existe gol fora como critério de desempate.

Galo começou bem, mas vacilou
O Estádio Defensores Del Chaco estava completamente lotado e a torcida do Olímpia fazia uma bonita festa nas arquibancadas, mas o Atlético-MG balançou primeiro as redes, aos seis minutos. Tardelli recebeu lançamento de Marcos Rocha e bateu por cima de Martín Silva. O árbitro, porém, anulou o gol assinalando impedimento do atacante. A resposta paraguaia veio logo depois. Ronaldinho Gaúcho perdeu a bola e Aranda arriscou de longa distância. Salgueiro se esticou todo e quase desviou de carrinho.

O Olímpia abusava muito das faltas no início do jogo, principalmente para parar os contra-ataques, tanto que Giménez e Miranda foram amarelados antes dos 20 minutos. No contra-ataque, o Galo esteve próximo de abrir o placar. Marcos Rocha lançou Diego Tardelli, que ganhou na velocidade dos zagueiros e bateu na rede pelo lado de fora. Quando o Atlético era melhor em campo, o time paraguaio abriu o placar, aos 22.

Silva carregou a bola sem marcação, passou por Réver e soltou a bomba. A finalização ainda tocou na trave antes de entrar, sem chances para Victor. O Atlético assustou depois da cobrança de falta de Ronaldinho Gaúcho, mas a bola tocou em Mansur e saiu pela linha de fundo. Na hora de cobrar escanteio, R10 alertou a arbitragem das pedras que estavam sendo jogadas pelos torcedores paraguaios em sua direção.

As principais jogadas ofensivas atleticanas era pelo lado direito. Marcos Rocha, mais uma vez, lançou Diego Tardelli, que ia saindo na cara de Martín Silva. Atento, o goleiro defendeu a bola nos pés do atacante. Nos minutoa finais, o Olímpia teve duas boas chances de ampliar. Na primeira, Salgueiro passou fácil por Richarlyson e bateu. A bola desviou em Réver e saiu raspando a trave de Victor, já batido no lance. Depois, Bareiro aproveitou cobrança de falta e cabeceou por cima.

Que judiação!
Logo na volta do intervalo, Luan passou para Diego Tardelli, que tirou do zagueiro com o domínio, invadiu a área e bateu cruzado. A bola passou raspando a trave e por muito pouco Ronaldinho Gaúcho não conseguiu completar. Apoiado pela torcida, o Olímpia esboçou uma pressão, principalmente em bolas cruzadas, já que Ferreyra entrou justamente para isso. Preocupado, o técnico Cuca realizou duas mudanças.

O meia Rosinei e o atacante Guilherme entraram nos lugares de Ronaldinho Gaúcho e Luan, respectivamente. O R10 era presa fácil para os paraguaios e deixou o gramado bastante vaiado. Apesar de ter mais posse de bola, o Olímpia não conseguia furar o bloqueio atleticano, que parecia satisfeito com a derrota por apenas 1 a 0. Aos 31, Ferreyra desviou chute de fora da área e Victor defendeu com o peito.


A torcida do Galo presente no Defensores Del Chaco ficou com o grito de gol preso na garganta aos 33. Jô recebeu lançamento dentro da área, dominou e bateu rasteiro. Martín Silva, com os pés, impediu o empate atleticano. E o Olímpia perdeu um gol inacreditável logo depois. Ferreyra recebeu de Silva e, com Victor batido no lance, bateu rasteiro. Leonardo Silva salvou em cima da linha, mas a bola sobrou para Bareiro, que conseguiu mandar para fora mesmo com o gol aberto.

Aos 45 minutos, Richarlyson fez uma falta dura no campo de ataque e acabou sendo expulso direto pelo árbitro. Com um homem a mais, o Olímpia partiu com tudo para cima do Atlético-MG em busca do segundo gol, enquanto os comandados de Cuca se defendiam com todos os jogadores. No último lance, porém, veio o castigo. Pitonni acertou uma linda cobrança de falta, no ângulo de Victor, que foi atrapalhado por Alecsandro
                              
Olimpia 2x0 Atlético
Gols: Silva (22'), Pittoni (48')
Local: Estádio Defensores del Chaco, em Assunção (PAR). Quarta-feira17/07, às 21h50
Árbitro: Néstor Pitana (ARG)
Assistentes: Hernan Maidana (ARG) e Juan P. Belati (ARG)

Olimpia: Martín Silva; Manzur, Miranda, Candía e Alejandro Silva; Giménez (Ferreyra), Aranda, Pittoni, Benítez; Salgueiro (Paredes) e Bareiro (Prono). Técnico: Ever Almeida.

Atlético: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver e Richarlyson; Pierre, Josué e Ronaldinho Gaúcho (Guilherme); Luan (Rosinei), Diego Tardelli e Jô (Alecsandro). Técnico: Cuca.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Galo conquista vaga para decisão da Taça Libertadores da América de 2013

Fonte e fotos: Futebol Interior
Postado por: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)


O Atlético-MG é finalista da Taça Libertadores da América de 2013.
Na noite desta quarta-feira, numa partida dramática, venceu o Newell's Old Boys, por 2 a 0, com gols de Bernard e Guilherme no final do jogo, e, mais uma vez, brilhou a estrela do goleiro Victor.
Nos pênaltis, ele pegou a cobrança decisiva de Maxi Rodriguez, garantindo a vitória por 3 a 2.

Nas quartas de final, Victor foi o heroi defendendo um pênalti, aos 47 minutos do segundo tempo, contra o Tijuana. Nesta noite, ele espalmou a cobrança argentina, garantindo o time na final.
Agora, a decisão será contra o Olimpia, do Paraguai.
O primeiro jogo será em Assunção e a grande decisão será no Horto, em Belo Horizonte.
Caso a Conmebol não autorize o jogo, por conta da capacidade do Independência, o Mineirão deverá ser o palco.

A partida foi dramática, marcada por uma queda de energia no segundo tempo, que atrasou em mais de dez minutos a partida.
O gol de Guilherme, o segundo, saiu faltando quatro minutos para o final do jogo.

Gol salvador!
O Atlético-MG começou o jogo em cima e logo aos três minutos abriu o placar. Ronaldinho fez uma linda jogada e lançou para Bernard, que invadiu a área e bateu cruzado na saída do goleiro Guzmán, vendido na jogada.
O gol animou ainda mais os jogadores em campo, que impulsionados pelos torcedores, foram para cima, tentando matar o jogo.


Aos seis e aos sete, Jô e Marcos Rocha finalizaram com muito perigo ao gol argentino, aumentando ainda mais o caldeirão mineiro.
Com o passar do tempo, o Newell's Old Boys começou a ter mais controle do jogo, se acertou na marcação e iniciou a famosa catimba argentina, valorizando muito as faltas, irritando os atleticanos.

Aos 27, os argentinos chegaram com perigo.
Defesa marcou bobeira e a bola sobrou para Maxi Rodríguez, que fintou Pierre e bateu para uma linda defesa de Victor. Aos 35 minutos, Tardelli foi lançado e se chocou com o goleiro Guzmán, que ficou dez minutos parados, esperando atendimento médico.

Quando a bola voltou a rolar, o Galo teve mais uma chance ainda no primeiro tempo.
Josué tabelou com Diego Tardelli e saiu na frente do goleiro Guzmán, que se antecipou e fez uma linda defesa.

Pressão e festa no fim!
Na etapa final, os argentinos voltaram melhor no segundo tempo.
Fortes na defesa eram ainda mais perigosos no contra-ataque.
Mesmo com posse de bola, o Galo não conseguia criar ofensivamente, era muita troca de passe e pouca finalização.

A mudança do jogo aconteceu aos 32 minutos, quando uma parte dos refletores do estádio apagou.
O tempo que a partida ficou parada ajudou muito o Galo, que voltou mais ligado e com Guilherme e Alecsandro em campo.

Com uma grande passagem pelo Cruzeiro, foi do atacante, o segundo gol do Galo.
No seu primeiro chute, a bola tirou tinta da trave.
No segndo, aos 86, faltando quatro minutos para o jogo acabar, ele bateu de primeira um rebote da defesa, sem chances para Guzmán, vendido na jogada.

Penalidades!
As quatro primeiras cobranças foram convertidas com sucesso por Alecsandro, Scocco, Guilherme e Vergini.
Depois veio uma sequência de erros, todos para fora, que devem ter matado qualquer torcedor do coração: Jô, Casco, Richarlyson e Cruzado.
Aí Ronaldinho Gaúcho bateu e fez 3 a 2.
Coube a Victor, herói na classificação sobre o Tijuana nas quartas de final, defender outra cobrança, desta vez de Maxi Rodríguez, e garantir a classificação.


Atlético 2x0 Newell's Old Boys
Gols: Bernard (3') e Guilherme (90')
Local: Arena Independência, em Belo Horizonte (MG). 10/07, 21h50
Árbitro Central: Roberto Silvera (URU)
Assistentes: Miguel A. Nievas (ARG) e Carlos Pastorino (URU)

Atlético-MG: Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva, Gilberto Silva e Richarlyson; Pierre (Luan), Josué, Ronaldinho Gaúcho, Diego Tardelli (Alecsandro) e Bernard (Guilherme); Jô. Técnico: Cuca.


Newell's Old Boys: Guzmán; Cáceres (Orzán), Vergini, Heinze (López) e Casco; Bernardi, Mateo, Cruzado e Figueroa (Tonso); Scocco e Maxi Rodríguez. Técnico: Gerardo Martino.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Galo prova do próprio veneno

Fonte e fotos: Futebol Interior
Postado por: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)


Apoiado por mais de 40 mil pessoas, o time argentino conseguiu boa vantagem

O Atlético-MG vem aproveitando como ninguém o apoio de sua torcida na Copa Libertadores, mas na noite desta quarta-feira provou do próprio veneno.
Jogando contra mais de 40 mil pessoas no Estádio Colosso del Parque que parecia um caldeirão, o Galo perdeu para o Newell´s Old Boys, por 2 a 0, na primeira partida da semifinal.
Maxi Rodriguez e Scocco marcaram para os argentinos.

Sem conseguir mostrar seu futebol ofensivo, principalmente por Ronaldinho Gaúcho, Jô, Bernard e Diego Tardelli teram sido anulados pelos adversários, o Atlético-MG agora tentará reverter a vantagem na Arena Independência, onde não sabe o que é perder desde o ano passado.
A partida de volta está marcada para a próxima quarta-feira, às 21h50, em Belo Horizonte.

Se quiser conseguir a classificação para a grande final, o Atlético-MG precisará vencer por três ou mais gols de vantagem.
Enquanto isso, o Newell´s Old Boys pode perder até mesmo por um gol de diferença.
Quem passar vai enfrentar o classificado de Olimpia-PAR e Santa Fé-COL.
Na partida de ida, realizada no Paraguai, o Olimpia venceu por 2 a 0.


Newell's Old Boys 2x0 Atlético 
Gols: Maxi Rodriguez (62')e Scocco (80')
Quarta-feira, 03/07, às 21h50
Local: Estádio Colosso del Parque, em Rosário-ARG
Árbitro: Enrique Osses-CHI
Assistentes: Carlos Astroza-CHI e Sergio Román-CHI

Newell's Old Boys: Guzmán; Cáceres, Vergini, Heinze, Casco e Pérez (Cruzado);  Mateo, Bernardi e Figueroa (Martín Tonso); Scocco (Urruti) e Maxi Rodriguéz. Técnico: Gerardo Martino.

Atlético-MG: Victor; Marcos Rocha, Rafael Marques,Gilberto Silva e Richarlyson; Pierre, Josué e Ronaldinho Gaúcho; Diego Tardelli (Luan), Bernard e Jô (Guilherme). Técnico: Cuca.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Victor pega pênalti e Galo "elimina" o Tijuana

Fonte e fotos: Futebol Interior.com.br
Serrinha, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)

O arqueiro caiu aos prantos após garantir a classificação do clube mineiro

Em noite de terror no Horto, em alusão as mascaras da morte, o Atlético-MG carimbou a vaga para a fase semifinal da Copa Libertadores da América na noite desta quinta-feira.

O Galo penou, mas conseguiu arrancar um empate em 1 a 1 com o Tijuana-MEX e garantiu a classificação, graças ao goleiro Victor, que saiu como o herói da partida ao defender o pênalti de Riascos no último minuto do duelo.

Na partida de ida, o resultado ficou em 2 a 2, o que rendeu a vantagem de empatar por até um gol ao clube mineiro.

O gol de empate do zagueiro Réver entrou para a história do Atlético.
Nunca antes, o Galo tinha conseguido passar das quartas de finais em um torneio internacional.
Méritos também para a torcida, que lotou a Arena Independência.

O resultado deixou também uma escrita mantida.
Desde 1992, o Brasil sempre teve um clube representando o país na semifinal.
Agora, o Atlético encara o Newell’s Old Boys, que eliminou o Boca Júniors, após a Copa das Confederações.

Susto e alegria no final
Estádio lotado, mosaico, máscara do pânico em referência ao bordão: “caiu no Horto, tá morto”, este era o clima das quartas de finais da Copa Libertadores da América. Porém, a partida começou muito abaixo do esperado.
O jogo estava muito truncado, principalmente no meio de campo e o Tijuana, como de costume, fazendo aquela famosa cera, catimbando o embate.

Até que aos 14 minutos, a equipe mexicana deu um verdadeiro susto na torcida atleticana. Arce bateu falta na cabeça de Gandolfi, que desviou para abrir o placar, mas o árbitro acabou marcando posição irregular do zagueiro.

Já aos 25, o susto se confirmou em pesadelo. Riascos aproveitou cruzamento de Nuñez e, de primeira, bateu no contrapé do goleiro Victor. O gol acordou o Atlético, que enfim saiu para o jogo. Aos 27 minutos, Marcos Rocha chutou forte, mas Saucedo fez boa defesa.

Depois do lance, o embate voltou ao seu equilíbrio, continuando muito pegado. Mas, uma cobrança de falta de Ronaldinho Gaúcho mudaria tudo. O craque bateu falta com perfeição, mas a bola teimou em ir para fora. O lance animou a torcida e o time foi junto no embalo.

Aos 40 minutos, o alívio. Ronaldinho, de novo, bateu falta, desta vez nos pés de Réver, que chutou para deixar tudo igual. Antes do apito final por pouco Tardelli não fez o seu. Após tabela com Jô, o atacante chutou fraco e Saucedo jogou para escanteio. Em seguida, Bernard também obrigou o arqueiro a fazer mais uma grande defesa.

Victor, o herói. Merece Seleção?

O segundo tempo começou, mas nada mudou. O duelo continuou muito pegado e ambos os times não conseguiam chegar com muito perigo. Sem ser o lance de Jô, que não conseguiu pegar na bola em cheio, a jogada que mais marcou nos dez minutos iniciais, foi o “chapéu”, que Castilho aplicou em Leandro Donizete.

Aos 24 minutos, o Tijuana perdeu apenas a melhor oportunidade do jogo, que poderia carimbar a classificação do time mexicano. Martínez ficou cara a cara com o Victor, que fechou o ângulo e fez uma defesa espetacular, salvando o Atlético.

O gol animou os mexicanos, que chegaram com perigo novamente. Após cobrança de escanteio, Aguilar desviou e Martínez, por pouco, não chegou a tempo para marcar. Em seguida, Arce bateu falta, a bola bateu no travessão de Victor e saiu para linha de fundo.

No final da partida, o Atlético cresceu e chegou a perder uma boa chance com Luan. Ronaldinho deixou o atacante livre, na cara do gol, que desperdiçou a chance. Porém, no último minuto, a estrela do goleiro Victor brilhou. O goleiro defendeu o pênalti de Riascos, fazendo explodir a Arena Independência, que no minuto da penalidade estava totalmente silenciosa.


Atlético 1x1 Tijuana
Gols: Riascos (25') Tijuana e Réver( 40'), Atlético.     
Local: Arena Independência, em Belo Horizonte (MG). 30/05, às 22h00
Árbitro: Patricio Polic-CHI.
Assistentes: Juan Maturana-CHI e Raul Orellana-CHI.
Renda: R$ 1.771,875 / Público: 20.988 pagantes.

Atlético-MG: Victor; Marcos Rocha (Josué), Leonardo Silva, Réver e Richarlyson; Pierre, Leandro Donizete, Diego Tardelli, Ronaldinho e Bernard (Luan); Jô (Alecsandro). Técnico: Cuca.

Tijuana: Cirilo Saucedo; Juan Carlos Nuñez, Javier Gandolfi, Pablo Aguilar e Edgar Castillo; Oliver Ortíz (Fidel Martinez), Cristian Pellerano, Fernando Arce e Richard Ruiz (Marquez); Duvier Riascos e Moreno (Bruno Piceno). Técnico: Antonio Mohamed.