terça-feira, 24 de maio de 2016

Terceira divisão do Equador é palco de jogo com a maior goleada da história do futebol: 44 a 1



Fonte: Superesportes
Informação:  Gazeta Press
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Imagens: Google.com.br (Arquivo ASES)
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)

  
O time equatoriano Pelileo SC, da segunda divisão, pode entrar para o livro Guiness dos recordes após golear por 44 a 1 (Foto: Divulgação/El Telégrafo)



Só o goleiro do Pelileo não marcou gol no jogo contra o Indi Native 

A semana mal começou e um evento curioso já marcou o mundo do futebol. No domingo, pela Terceira Divisão do Campeonato Equatoriano, o clube Pelileo SC foi responsável pela maior goleada da história ao vencer o Indi Native pelo placar de 44 a 1. 

Dez dos 11 jogadores do time vencedor tiveram a oportunidade de marcar gols, com exceção apenas do goleiro. O artilheiro foi o atacante Ronny Medida, que anotou 18 tentos. A rede adversária foi balançada 24 vezes no primeiro tempo e outras 20 no segundo, na partida disputada no estádio da cidade de Pelileo, no centro andino do Equador. O único gol do time visitante foi marcado por Segundo Masaquiza. 

O torneio, que faz parte da categoria profissional equatoriana, define quais dois clubes ingressam anualmente na primeira divisão. 

Segundo o jornal El Comercio, o resultado pode entrar para o Guiness como novo recorde, já que até hoje a maior goleada registrada corresponde aos 36 a 0 que o Arbroath marcou no Bon Accord, em 1885, no futebol inglês.





Rio 2016: Grupos do vôlei feminino na Olimpíada são definidos e Brasil encara Rússia na primeira fase


Fonte: SuperesportesInformações: Gazeta Press
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)


Japão, Coreia do Sul, Argentina e Camarões completam o grupo A da competição.


Após a classificação de Porto Rico neste domingo para a última vaga do vôlei feminino dos Jogos Olímpicos, os grupos da modalidade foram sorteados na manhã desta segunda-feira em Lausanne, na Suíça. A Seleção Brasileira vai reeditar a final das Olimpíadas de 2008 já na primeira fase, contra a Rússia.


Um dos maiores clássicos do voleibol, Brasil e Rússia também se enfrentaram na fase de grupos dos Jogos de Pequim antes de se enfrentaram na final do torneio. Em 2012, as equipes também se enfrentaram, desta vez nas quartas de final, em uma das viradas mais épicas dos Jogos Olímpicos. Na ocasião, as brasileiras estavam perdendo por 2 sets a 1 e reverteram a partida com direito a 21/19 no tiebreak, abrindo caminho para o bicampeonato olímpico. Caso as equipes confirmem seu favoritismo e terminem a primeira fase nas duas primeiras colocações, a final de oito anos atrás tem grandes chances de acontecer novamente.


Brasil terá Rússia, Japão, Coreia do Sul, Argentina e Camarões
como adversários na primeira fase no Rio

Japão, Coreia do Sul, Argentina e Camarões completam o grupo A da competição. As japonesas são as atuais medalhistas de bronze do vôlei feminino, tendo caído na semifinal de 2012 para o Brasil e derrotado a Coreia na disputa pelo terceiro lugar no pódio. A albiceleste e a delegação africana farão sua primeira aparição nos Jogos Olímpicos.

Na outra chave, as medalhistas de prata em Londres, 2012, Estados Unidos, enfrentarão China, Sérvia, Italia, Holanda e Porto Rico. As chinesas, em constante evolução e com um time muito alto, terão a oportunidade de devolver a derrota na final do Mundial para as estadunidenses.




A Sérvia tentará se reerguer no cenário do vôlei mundial após deixar os Jogos de Londres sem uma vitória sequer. Enquanto isso, a Itália busca conquistar mais do que as quartas de final da última competição, quando a equipe fez excelente primeira fase, mas caiu para a Coreia do Sul na eliminatória.


As competições do vôlei feminino começam no dia seis de agosto, logo após a abertura, e a grande final acontece apenas no último dia do evento. Presente nas Olimpíadas desde Tóquio-1964, o vôlei feminino tem a União Soviética como maior campeã. São quatro títulos para o antigo país europeu, enquanto Cuba foi hegemônica entre Barcelona-1992 e Sidnei-2000, conquistando três vezes o lugar mais alto do pódio. Japão, China e Brasil têm duas medalhas de ouro cada, com as brasileiras sendo as atuais bicampeãs da competição.






segunda-feira, 23 de maio de 2016

Diego Hypolito celebra nota alta em São Paulo e revela expectativas para a Olimpíada



Fonte: Superesportes (Gazeta Press)
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Imagens: Google.com.br (Arquivo ASES)
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)

  
Foto: Reprodução



COPA DO MUNDO DE GINÁSTICA 
Ginasta avança em primeiro lugar para final da prova do solo, com 15,600 pontos


Um dos principais nomes da ginástica artística brasileira, Diego Hypolito teve um dia de gala nesta sexta-feira, na etapa de São Paulo da Copa do Mundo. No solo, sua especialidade, Hypolito conquistou 15,600 pontos, se classificando em primeiro para a final da prova. O ginasta celebrou o resultado. 

Estou muito satisfeito. Foi minha melhor nota nesse ano. Meu objetivo aqui nem era tirar uma nota tão alta. Eu estava programando um 15,200. Não esperava jamais tirar uma nota assim. Com o código atual, as notas estão mais baixas, porque a pontuação se tornou mais exigente. Os descontos ficaram um pouco maiores. Tirar 15,600 é uma nota muito alta”, declarou surpreso ao final da competição. 

O desempenho em São Paulo anima Diego Hypolito para a Olimpíada do Rio de Janeiro. O ginasta sonha em manter o ritmo e as pontuações elevadas para brigar por medalha. “Sonho em estar na Olimpíada e quero evoluir a cada semana. Meu objetivo até os Jogos é manter a nota 15,600 como padrão, porque na Olimpíada essa é uma pontuação excelente, muito, muito alta”, afirmou. 



Diego Hypolito ganha confiança na final ao se classificar com a melhor nota no solo.
Foto Divulgação



Ainda falando sobre a Olimpíada, Diego Hypolito revelou suas expectativas para o evento. O atleta espera que os brasileiros compareçam às competições e apoiem os ginastas e que os problemas pelos quais o País passa não tenham influência nos Jogos. 

“Eu espero que a torcida compareça, que todos os problemas burocráticos não influenciam para que os atletas estejam bem, que a gente consiga estar totalmente focado. A gente passa por problemas políticos, mas acredito que se cada atleta focar no seu sonho a gente pode dar uma chance de os brasileiros ficarem felizes com as Olimpíadas. Espero que eu seja um desses a dar alegria para os brasileiros”, completou. 





domingo, 22 de maio de 2016

Sonolência no 1º tempo e chances perdidas no segundo no empate do Paraná com o Bahia pela Série B


Fonte: Futebol Interior
Imagens: Arquivo ASES e Google.com.br
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)


Foto: Giuliano Gomes


Mas o resultado foi justo, deixando o time paranaense com um ponto porque na estreia tinha perdido para o Brasil, 2 a 0, em Pelotas.


No final foi justo.

Paraná e Bahia não saíram do zero a zero neste sábado à tarde no estádio Durival Britto, em Curitiba, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.

Depois de um primeiro tempo sonolento, os dois times melhoraram no segundo e criaram chances para abrir o placar.

Mas o resultado foi justo, deixando o time paranaense com um ponto porque na estreia tinha perdido para o Brasil, por 2 a 0, em Pelotas (RS).

O Bahia soma quatro pontos, porque tinha vencido o Avaí por 2 a 1, em casa, na primeira rodada.


Foto: Giuliano Gomes

CHANCE ÚNICA

Os dois times começaram armados no esquema 4-4-2, mas o primeiro tempo foi muito truncado e repleto de faltas. Mesmo assim as duas melhores chances foram do mandante, por coincidência em duas cabeçadas.


Na primeira, aos 32 minutos, após levantamento de falta o atacante Lúcio Flávio se antecipou ao goleiro Marcelo Lomba e desviou. Mas para fora. Na segunda chance, aos 43 minutos, o goleiro visitante se redimiu ao espalmar o peixinho forte de Válber.

Zé Roberto perdeu boa chance com um chute torto para fora

Mas no segundo tempo o Bahia voltou mais avançado, enquanto o Paraná insistia em fazer a ligação direta entre a defesa e o ataque. Com isso apareciam os erros e chances para os contra-ataques baianos.

Num deles, aos 13 minutos, Thiago Ribeiro bateu cruzado e Marcos mandou para escanteio com a ponta dos dedos, numa grande defesa.


Foto: Giuliano Gomes

PRESSÃO BAIANA

Com os meias Válber e Nadson sumidos o Paraná não chegou mais ao ataque. Além disso, só não tomou gol por causa das defesas e da sorte do goleiro Marcos. Aos 28 minutos Zé Roberto invadiu a área pela esquerda e bateu torto para fora. 


Aos 30 minutos, Danilo Pires tocou de cabeça e Marcos espalmou. No lance seguinte, após levantamento, Danilo Pires tocou de cabeça de novo e a bola explodiu no travessão.

A bola ‘beijou’ a trave esquerda de Marcos aos 34 minutos numa bela cobrança de falta de Juninho, que bateu de curva e encobriu a barreira. Depois de tanta pressão, o Paraná acordou nos minutos finais. 

Aos 42 minutos Válber chutou de longe e Lomba espalmou. No minuto seguinte, dentro da área, Henrique chutou e a bola bateu no pé da trave esquerda. No final o empate ficou justo.


Foto: Reprodução TV

Paraná-PR 0x0 Bahia-BA 

2ª rodada
Sábado, 21/05, às16h30
Local:
Vila Capanema - Curitiba (PR)


Renda:
R$ 16.981,00


Público
2.716 pagantes (3.588 total)



Trio de Arbitragem
Árbitro Central: Sávio Pereira Sampaio (DF)
Assistente 1: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF)
Assistente 2: Lehi Sousa Silva (DF)



Cartões Amarelos
Lúcio Flávio e Pitty (Paraná-PR)
Juninho, Hayner, Luisinho e Zé Roberto (Bahia-BA)


Paraná-PR
Marcos; Diego Tavares, João Paulo, Pitty e Fernandes;
Jean (Marcelinho), Anderson Uchôa (João Bastos), Nadson e Válber;
Lúcio Flávio (Robert) e Robson. Técnico: Claudinei Oliveira.


Bahia-BA
Marcelo Lomba;
Hayner, Lucas Fonseca, Jackson e Moisés (Luisinho);
Feijão, Paulo Roberto (Juninho), Danilo Pires e João Paulo;
Thiago Ribeiro (Henrique) e Zé Roberto. Técnico: Doriva.


Imagem: Futebol Interior

CLASSIFICAÇÃO
Imagem: tabeladobrasileirao.net

ARTILHEIROS


PRÓXIMOS JOGOS

A terceira rodada começa na terça-feira à noite com nove jogos.

O Paraná vai pegar o Sampaio Corrêa, às 19h15, no estádio Castelão, em São Luis (MA).

O Bahia vai fazer jogo isolado na quarta-feira, na Arena Fonte Nova, contra o Joinville, a partir das 19h30.

Imagem: Futebol Interior




sábado, 21 de maio de 2016

Rio 2016 já vendeu mais de 4 milhões de ingressos para os Jogos Olímpicos



Texto: Tomaz Silva
Fonte: Superesportes (Agência Brasil /EBC)
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Imagens: Google.com.br (Arquivo ASES)
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)



O balanço foi feito durante apresentação para a imprensa do visual dos ingressos dos Jogos Rio 2016 pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, na Cidade Nova 




O Comitê Rio 2016 já vendeu mais de quatro milhões de ingressos para a Olimpíada do Rio de Janeiro, que será aberta no dia 5 de agosto, no Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã. O número corresponde a 67% dos seis milhões de tíquetes disponibilizados para venda, informou hoje (20) o diretor de Ingressos do Comitê, Donovan Ferreti. O balanço foi feito durante apresentação para a imprensa do visual dos ingressos dos Jogos Rio 2016 pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, na Cidade Nova, bairro do centro do Rio de Janeiro. 





“Ainda temos cerca de dois milhões de ingressos para venda”, disse o diretor. Ferreti completou que, excluindo os tíquetes para os jogos de futebol olímpico, que ocorrerão em arenas maiores e em cinco cidades além do Rio de Janeiro (São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Salvador e Manaus), os ingressos vendidos alcançam 79%. 

Ele acredita que a totalidade de ingressos poderá ser atingida a partir de junho, quando começa a abertura das bilheterias físicas e a entrega dos bilhetes. A venda pela internet continuará sendo feita em paralelo: “Já se percebe um aumento nas vendas, principalmente devido à Tocha Olímpica, que deixa agora os Jogos mais em evidência e também mostra para as pessoas que a Olimpíada está chegando”. Isso comprova, reforçou, a cultura do brasileiro de adquirir ingressos mais próximo do evento. “Isso está em linha com o nosso planejamento”. 





Entre os esportes mais pedidos estão futebol, basquetebol, vôlei, atletismo e handebol. Os estados que mais compraram são liderados pelo Rio de Janeiro, seguindo-se São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia. 

Três gráficas de grande porte participaram da licitação para o contrato de impressão dos ingressos, que acabou sendo vencida por uma empresa dos Estados Unidos, única gráfica no mundo com operação 100% dedicada à impressão de ingressos. Segundo informou a assessoria de imprensa do Comitê Rio 2016, os tíquetes saem hoje dos Estados Unidos a caminho do Brasil e seguirão direto para os Correios, para distribuição. 





O Comitê destacou que o ingresso comemorativo, para compra on-line e opção de entrega via Sedex, com desenho diferenciado para cada disciplina esportiva, estará disponível para os interessados até o próximo dia 26. 







sexta-feira, 20 de maio de 2016

Medalha de ouro em Pequim, Fofão vê Seleção feminina como favorita na Olimpíada do Rio


Fonte: Superesportes
Informação: Gazeta Press

Edição: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)

Ainda como jogadora, Fofão disputou cinco edições dos Jogos Olímpicos.
Além da medalha de ouro em 2008,
Fofão ainda conquistou dois bronzes, em 1996 e em 2000.

Na quarta-feira, a Seleção Brasileira de voleibol sentado feminino recebeu uma visita ilustre durante o treinamento: a ex-jogadora Hélia Souza, a Fofão. O encontro foi organizado pela Casa de David, entidade que cuida de pessoas com deficiência, e a veterana de 46 anos causou euforia e emoção nas atletas paralímpicas, que praticavam no Colégio da Polícia Militar, em Guarulhos. Dona de três medalhas olímpicas, Fofão falou sobre sua expectativa a respeito da equipe feminina do Brasil, que venceu os últimos dois ouros nos Jogos, e ainda entrou em quadra.


Foto: Alexandre Arruda / CBV,Divulgação


Como jogadora, Fofão disputou cinco Olimpíadas, e acumula um ouro (2008) e dois bronzes (1996 e 2000). Aposentada do time nacional há oito anos, a levantadora não participou da conquista do lugar mais alto do pódio em 2012. Neste ano, a Seleção tentará o tricampeonato em sono nacional. Diante deste cenário, a paulistana comentou sobre a pressão de jogar ao lado da torcida e da experiência da equipe.

“Acho que não vai ser fácil, porque tem a pressão de jogar em casa e a cobrança por vencer. Para mim, ver que a Seleção manteve a mesma base desde duas Olimpíadas torna a equipe favorita. Acredito que tenha totais condições de ganhar uma medalha de ouro, até pela experiência de saber qual é o caminho. Mas que vai ser muito difícil, vai”, disse a multicampeã.

As últimas duas finais olímpicas foram disputadas entre Brasil e Estados Unidos, com a equipe sul-americana levando a melhor nas duas. Para Fofão, a manutenção da base da equipe foi importante para que os resultados aparecessem, e que isso pode ser decisivo no Rio de Janeiro em agosto.

“A Seleção está forte, porque, acima de tudo, são jogadoras que ganharam experiência ao serem campeãs olímpicas. Isso vai te amadurecendo, vai te dando mais segurança. Acho que conseguimos, de 2008 para cá, manter uma equipe padronizada, e isso vem trazendo resultados. Por isso, acredito que a Seleção leve vantagem por ter adquirido tanta experiência nessas três últimas Olimpíadas”, continuou a levantadora.

Ainda que esteja na torcida, Fofão descartou a possibilidade de integrar a comissão técnica de José Roberto Guimarães durante as Olimpíadas.

“Vai ser difícil, porque eu vou ser comentarista. Contudo, talvez eu visite as meninas para dar um abraço e desejar boa sorte. Para esse ano, ainda é tudo muito recente, então vai ser difícil estar lá ao lado dele, mas estarei em pensamento, passando energia positiva”, completou.

Após 17 anos de carreira, ex-jogadora da Seleção Brasileira não resistiu e foi à quadra, desta vez para o vôlei sentado. Assim que o treinamento começou, Fofão se admirou com as atletas, e declarou que tinha certeza de que não se sairia bem na modalidade paralímpica. Contudo, embora algumas características mudem, a essência do vôlei continua a mesma, e essa está intrínseca a Hélia Souza.