terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Com 18ª taça de Grand Slam, Federer volta ao Top 10 da ATP após 11 semanas fora


Fonte: Super Esportes (Agência Estado)
Texto e edição: Jorge Luiz da Silva.
Imagens: Google.com.br (Arquivo ASES)
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)


Suíço saltou do 17º para o 10º lugar, depois de ter despencado na listagem




Depois de fazer história com a conquista de seu 18º título de Grand Slam, obtido no último domingo com a vitória sobre o espanhol Rafael Nadal na final do Aberto da Austrália, Roger Federer teve a sua volta ao Top 10 do ranking da ATP oficialmente confirmada nesta segunda-feira. O suíço saltou do 17º para o 10º lugar, depois de ter despencado na listagem no ano passado por causa do período de seis meses de afastamento das quadras por causa de uma operação no joelho. 


Roger Federer teve a sua volta ao Top 10 do ranking da ATP oficialmente confirmada nesta segunda


Agora pentacampeão do Aberto da Austrália, Federer foi aos 3.260 pontos no ranking e também tirou do Top 10 o checo Tomas Berdych, que caiu da 10ª para a 12ª posição, depois de ter sido eliminado do Grand Slam realizado em Melbourne justamente pelo suíço, na terceira rodada da competição. 


O grupo dos dez primeiros colocados, por sua vez, teve outras mudanças significativas. Vice-campeão na Austrália, Nadal saltou da nona para a sexta posição, enquanto o francês Gael Monfils, eliminado pelo próprio espanhol nas oitavas de final do Grand Slam, percorreu rota inversa ao descer da sexta para a nona colocação.



Já o suíço Stan Wawrinka, superado pelo compatriota Federer nas semifinais em Melbourne, subiu do quarto para o terceiro posto da ATP, ficando atrás agora apenas do britânico Andy Murray e do sérvio Novak Djokovic, que sustentaram respectivamente a ponta e a vice-liderança mesmo depois de terem sido eliminados de forma precoce em Melbourne.

Djokokic, porém, viu a sua desvantagem para Murray subir de 780 para 1.715 pontos, fruto da sua eliminação surpreendente já na segunda rodada na Austrália, onde defendia 2.000 pontos por ter sido campeão do Grand Slam em 2016.

A ascensão de Wawrinka ocorre também depois de o canadense Milos Raonic, semifinalista no ano passado no Aberto da Austrália, ter caído nas quartas de final desta edição do Grand Slam e descido da terceira para a quarta colocação.

O búlgaro Grigor Dimitrov, que travou uma batalha de cinco sets com Nadal nas semifinais em Melbourne na última sexta-feira, foi outro beneficiado pela boa campanha no Grand Slam. Ele subiu da 15ª para a 13ª posição.



                                              

                                                                                                                                                                                                           


BRASILEIROS

Eliminados em suas estreias neste Aberto da Austrália, Thomaz Bellucci e Thiago Monteiro caíram no ranking da ATP nesta segunda-feira. Atual número 1 do Brasil, o primeiro deles desceu da 62ª para a 67ª colocação. Já o seu compatriota passou do 83º para o 86º lugar.


Outro brasileiro que integra o Top 100, Rogério Dutra Silva colheu frutos por ter avançado à segunda rodada em Melbourne ao galgar dez postos, passando a ocupar a condição de 90º tenista do mundo. Já João Souza, outro único jogador do País no Top 200, caiu três lugares e é o 125º no geral. 

Entre os duplistas, destaque para a queda expressiva de Bruno Soares, que desceu quatro posições no Top 10 do ranking individual de duplistas, no qual agora é o sétimo colocado. A queda ocorreu após ele ser eliminado de forma surpreendente na estreia do Aberto da Austrália, ao lado do britânico Jamie Murray, na condição de atual campeão do Grand Slam. O irmão de Andy Murray também caiu quatro postos e agora é o oitavo colocado desta listagem. 

Esse ranking continua sendo liderado pelo francês Nicolas Mahut, seguido pelo compatriota Pierre-Hugues Herbert, que também sustentou o segundo lugar. 

Já Marcelo Melo, que avançou às quartas de final na Austrália, caiu apenas uma posição no Top 10, do oitavo para o nono lugar. O brasileiro Marcelo Demoliner, por sua vez, foi beneficiado pelo seu avanço às oitavas de final em Melbourne e subiu nove posições, passando a ocupar o 55º posto, o seu melhor ranking na carreira. Assim, ele ultrapassou o veterano André Sá, que caiu justamente do 55º lugar para o 57º.

 

Confira a classificação atualizada do ranking da ATP:

1) Andy Murray (GBR), 11.540 pontos
2) Novak Djokovic (SER), 9.825
3) Stanislas Wawrinka (SUI), 5.695
4) Milos Raonic (CAN), 4.930
5) Kei Nishikori (JAP), 4.830
6) Rafael Nadal (ESP), 4.385
7) Marin Cilic (CRO), 3.560
8) Dominic Thiem (AUS), 3.505
9) Gael Monfils (FRA), 3.445
10) Roger Federer (SUI), 3.260
11) David Goffin (BEL), 2.930
12) Tomas Berdych (RCH), 2.790
13) Grigor Dimitrov (BUL), 2.765
14) Jo-Wilfried Tsonga (FRA), 2.685
15) Nick Kyrgios (AUS), 2.415
16) Roberto Bautista (ESP), 2.350
17) Lucas Pouille (FRA), 2.131
18) Richard Gasquet (FRA), 1.975
19) Ivo Karlovic (CRO), 1.875
20) Jack Sock (EUA), 1.855
67) Thomaz Bellucci (BRA), 736
86) Thiago Monteiro (BRA), 645
90) Rogério Dutra Silva (BRA), 628
125) João Souza (BRA), 483

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Goleiro de 44 anos está invicto na Copa Africana

Fonte: Super Esportes.com.br
Texto: Marcos Paulo Lima
Imagens: Arquivo ASES e Google.com.br
Edição e arte: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)



Lembra do goleiro Gabor Kiraly?

Aquele húngaro que se tornou, aos 40 anos, o jogador mais velho a disputar uma Eurocopa?

A Copa Africana de Nações também tem um veterano nas traves.

Por sinal, quatro anos mais velho do que Kiraly. Detalhe: o cara ainda não sofreu gol no principal torneio de seleções do continente e vai defender a invencibilidade neste domingo, contra Marrocos, nas quartas de final da competição. Ontem, Burkina Faso eliminou a Tunísia e Camarões despachou Senegal na decisão por pênaltis. Outro jogo neste domingo é RD Congo x Gana.

Aos 44 anos, Essam El-Hadary assumiu as traves do Egito por acaso. Era reserva na seleção comandada pelo técnico argentino Héctor Cúper até os 25 minutos do primeiro tempo da estreia dos Faraós contra Mali, em 17 de janeiro. El-Shenawy, 25 anos, sofreu uma contusão. Em vez de entregar a meta a Sherif Ekramy, 33, o treinador apostou em um goleiro 11 anos mais velho do que Ekramy e não abriu mão da experiência do quarentão El-Hadary.

Ao entrar em campo contra Mali, El-Hadary se tornou o jogador mais velho a disputar a Copa Africana de Nações: 44 anos e dois dias. O goleiro passou a primeira fase inteira sem sofrer gol. Além do empate por 0 x 0 com Mali, fechou a porteira na vitória por 1 x 0 sobre Uganda e no triunfo pelo mesmo placar diante de Gana.

El-Hadary é uma lenda da Copa Africana de Nações. No currículo, tem quatro títulos do torneio com a camisa do Egito, em 1998, 2006, 2008 e 2010. Individualmente, tem a mesma quantidade de troféus dos tetracampeões Gana e Camarões. Sozinho, El-Hadary contabiliza mais taças do que a tradicional tricampeã Nigéria, por exemplo.

Camisa 1 do Wadi Degla, El-Hadary é octacampeão nacional, tetra da Copa do Egito e tetra da Champions League da África. Uma lenda no continente. O goleiro participa da Copa Africana de Nações pela oitava vez. Igualou o recorde do camaronês Rigobert Song e do compatriota Ahmed Hassan. Como o Egito é o país que mais tem título da Copa Africana, não descarte a possibilidade de o goleiro pé-quente levar os Faraós ao octacampeonato no Gabão.




ATUALIZAÇÃO

O Egito eliminou o Marrocos por 1 x 0 neste domingo e está nas semifinais. El-Hadary foi titular e continua sem sofrer gol.

A invencibilidade dura 348 minutos.

O próximo duelo é com Burkina Faso nesta quarta-feira, 1° de fevereiro.





segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Manny Pacquiao diz que aceitaria luta de boxe contra astro do UFC Conor McGregor

Fonte: Super Esportes.com.br
Informações: Gazeta Press
Fotos: Reprodução
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)
Filipino também afirma que irlandês não teria chance de vencer Mayweather



SUPERLUTA

A suposta luta de boxe entre Conor McGregor, atual campeão do peso leve do UFC, e Floyd Mayweather, que encerrou carreira no boxe com cartel invicto de 49 lutas, segue repercutindo. Desta vez, foi outra lenda do boxe mundial, o filipino Manny Pacquiao, que se manifestou.

“Não sei se acontecerá ou se fizeram isso para gerar interesse. Mas se lutarem, McGregor não tem nenhuma chance de ganhar. Eu também estaria disposto a lutar com McGregor, mas só no boxe, não no MMA. Não vi as imagens dele fazendo sparring, mas estamos falando de McGregor lutar boxe, que é um esporte bem diferente do MMA", disse Manny, que enfrentará o australiano Jeff Horn em 23 de abril. em entrevista ao FOX Sports.

Recentemente, o presidente do UFC, Dana White, revelou que estaria disposto a pagar US$ 25 milhões a McGregor e Mayweater para a superluta. O 'Money', porém, ironizou a proposta e afirmou que o 'Notorious' somente com bolsa de US$ 100 milhões.

Já Manny Pacquiao enfrentou Floyd Mayweather na chamada 'Luta do Século', em 2015, e foi derrotado por decisão unânime. O duelo foi marcado pelos valores pagos aos dois lutadores. O norte-americano embolsou cerca de US$ 300 milhões, enquanto o filipino levou US$ 200 milhões.


Manny Pacquiao revela que aceitaria enfrentar McGregor,
mas somente no boxe: 'No MMA, não'. AFP



quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Levantamento da CBF mostra que Portugal é quem mais contrata jogadores no Brasil


Fonte: Super Esportes (Agência Estado)
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Imagens: Google.com.br (Arquivo ASES)
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)


Das transferências internacionais registradas na entidade, 164 foram para Portugal



Cinco séculos depois da chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil, Portugal é a maior compradora de um dos principais produtos de exportação do País: jogadores de futebol. Um levantamento da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aponta que, em 2016, nenhum outro país tirou tantos jogadores do futebol brasileiro. 

Das transferências internacionais registradas na entidade, 164 foram para Portugal. O Japão aparece em segundo na lista, com 46 transações. A Coreia do Sul vem em terceiro, com 31, seguida do México (22) e de Malta (20). 

A maior parte dessas transferências, porém, não envolveram pagamento em dinheiro ao clube de onde saiu o jogador. Entre as que movimentaram recursos, Portugal também lidera, com 19. Nessa lista, o Japão aparece logo atrás, com 16. À Itália, foram nove transferências, oito à Coreia do Sul e sete à China. 

No relatório, chama atenção o fato de que, em 2016, 703 jogadores brasileiros atuavam pelo mundo tendo feito seu primeiro registro profissional apenas no exterior. Isso gera preocupação na CBF. 






"A Europa é o principal destino desses jogadores, que viajam sem vínculo com o mercado brasileiro. Desta forma, um clube que possa ter participado da sua formação acaba sem compensação financeira. Em 2015, eram 586 jogadores no exterior sem registro anterior no Brasil. Houve quase 20% de aumento. Estamos em contato com as confederações, alertando sobre esta realidade para buscar uma solução", afirmou o diretor de Registro e Transferência da CBF, Reynaldo Buzzoni. Desses atletas, são 178 na Espanha, 104 nos EUA e 99 na Alemanha. 

REGISTRO ATIVO
JANEIRO DE 2017 

Contratos Ativos: 8.938 
Vínculos Não Profissionais: 31.882 
Clubes Formadores: 29 
Atletas Estrangeiros: 94 



TRANSFERÊNCIAS TMS
BRASIL PARA EXTERIOR

TOTAIS
Portugal: 164 
Japão: 46 
Coreia do Sul: 31 
México: 22 
Malta: 20 

COM VALORES 
Portugal: 19 
Japão: 16 
Itália: 9 
Coreia do Sul: 8 
China: 7 

TRANSFERÊNCIAS TMS
EXTERIOR PARA BRASIL 

TOTAIS
Portugal: 105 
Japão: 31 
Argentina: 27 
Uruguai: 27 
Paraguai: 23 

COM VALORES
Argentina: 7 
México: 4 
Colômbia: 4 
China: 3 
Portugal: 3 

AMADORES – BRASIL PARA EXTERIOR
(66% para esses países) 

Portugal: 127 
Espanha: 83 
Alemanha: 81 
Estados Unidos: 76 
Itália: 41 

AMADORES – EXTERIOR PARA O BRASIL 

Portugal: 33 
Haiti: 10 
Itália: 9 
Estados Unidos: 6 
Colômbia: 5 

CONSULTA DE JOGADORES SEM REGISTRO NO BRASIL 

Temporada 2015 

586 (116 menores de idade) 

Espanha: 144 
Alemanha: 106 
Austrália: 60 
Portugal: 55 
Uruguai: 32 

Temporada 2016 

703 (220 menores de idade) 

Espanha: 178 
EUA: 104 
Alemanha: 99 
Portugal: 46 
Paraguai: 37








quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Relógios de luxo que Fifa daria a vencedores de premiação são roubados na Suíça

Fonte: SuperEsportes.com.br
Informações: Agência Estado
Fotos: Reprodução / Divulgação (
AFP)
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)
 Eleito melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo seria um dos premiados.

Longe do glamour da festa de gala nesta semana, em Zurique, a Fifa teve de recorrer uma vez mais à polícia. Desta vez, o problema foi o sumiço de seis relógios de luxo que a entidade daria aos vencedores dos prêmios de melhor do mundo de 2016. No total, as peças teriam um valor de cerca de US$ 100 mil.

A entidade apresentou uma denúncia à polícia. Mas, ainda assim, se apressou para que os melhores do mundo recebessem um outro relógio, da mesma marca. De acordo com pessoas que acompanharam o caso, as peças "desapareceram" entre a sede da empresa e o estúdio em Zurique usado para a transmissão da festa, ocorrida na última segunda-feira.



O fabricante das peças era a Hublot, a mesma empresa que em 2014 patrocinou a CBF. Na Copa do Mundo realizada no Brasil, a entidade nacional entregou como presente a mais de 60 dirigentes esportivos um relógio da mesma marca, abrindo um escândalo interno e obrigando os cartolas a devolverem os objetos.





quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Rússia tem seu banimento do esporte pedido por entidades antidoping de 19 países

Fonte: SuperEsportes.com.br (Agência Estado)
Fotos: Divulgação / Reprodução / Google.com.br
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)


 Também foi pedido que as competições sejam retiradas dos russos.


DOPING


Na esteira do grande escândalo de dopagem que segue abalando a Rússia, um grupo global de 19 líderes de entidades nacionais antidoping está pedindo para a que o país seja punido com a exclusão de competições internacionais. Ao mesmo tempo, o grupo enfatiza que apoia a participação de atletas russos em eventos nos quais os mesmos possam competir individualmente, sem que representem a bandeira da nação, desde que provem que foram fiscalizados por programas internacionais eficazes de combate ao doping.

Entre os 19 líderes das organizações antidoping estão os de nações como Estados Unidos, Grã-Bretanha e Suécia, sendo que eles se reuniram nesta semana e na última terça-feira fizeram o pedido de punição à Rússia.




Rússia teve escândalo de doping revelado às vésperas da Olimpíada

  


Os líderes destas entidades nacionais também pedem que as competições de primeiro nível do esporte sejam retiradas dos russos, que em 2018 abrigarão a próxima edição da Copa do Mundo de futebol.

A nova consequência negativa para a Rússia acontece depois da revelação do relatório final preparado pelo investigador Richard McLaren, a pedido da Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês), no mês passado, quando apontou que mais de mil atletas russos foram beneficiados por manipulações no controle de dopagem entre 2011 e 2015, num esquema que envolveu uma "conspiração em uma escala sem precedentes" entre federações esportivas, agências antidoping e o próprio governo russo.

No início deste mês, a Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês) anunciou que permitirá a participação de atletas russos em competições internacionais, como "neutros", desde que eles cumpram uma série de pré-requisitos. É a primeira vez que essa possibilidade é levantada desde a suspensão da Federação Russa de Atletismo, a ARAF, em novembro de 2015.






O principal dos requisitos é o de que o atleta demonstre que não está diretamente implicado de qualquer forma com "o fracasso da ARAF em colocar em prática um adequado sistema de proteção dos atletas limpos".

E os líderes das organizações antidoping nacionais recomendaram nesta terça-feira que este mesmo tipo de processo implementado pela IAAF seja colocado em prática em todos os esportes com a participação de atletas da Rússia.

Por meio de um comunicado divulgado em conjunto pelo grupo que formaram, os líderes também ressaltaram que "é imperativo que os responsáveis pelo sistema (ilegal de doping) apoiado pelo Estado na Rússia prestem contas" e sejam punidos.

'ENTRE OS MAIS LIMPOS' - Ao rebater o pedido de exclusão da Rússia feito na última terça-feira, o vice-primeiro-ministro russo, Vitaly Mutko, afirmou nesta quarta que os esportes do seu país estão "entre os mais limpos do mundo" atualmente no combate ao doping.

A autoridade, que supervisiona a política esportiva russa, acusou essas agências antidoping de outras nações de se intrometerem de forma errada na condução do esporte da Rússia e que as mesmas "deveriam estar analisando urina" de seus respectivos atletas. Mutko deu a declaração polêmica em entrevista à agência russa RSport. 






segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Delegações fecham um acordo para expansão da Copa do Mundo para 48 seleções



Fonte: Super Esportes (Agência Estado /
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Imagens: Google.com.br (Arquivo ASES)
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)


Fifa, presidida por Gianni Infantino, pode dar sete vagas para a Conmebol na Copa do Mundo

 Decisão vai ser confirmada nesta terça-feira, em Zurique

Uma reunião entre os dirigentes de cada continente do mundo fechou neste domingo, informalmente, um acordo para a maior expansão da Copa do Mundo em sua história. A partir de 2026 serão 48 seleções e não 32 como é o modelo atual. A decisão vai ser confirmada nesta terça-feira, em Zurique, abrindo o caminho para uma explosão na renda da Fifa. Nos próximos meses, porém, uma disputa acirrada será estabelecida para determinar quem ficará com as vagas.

AFP / Geoff CADDICK
Nesta terça-feira, em Zurique, a Fifa votará a maior expansão do torneio em seus quase 100 anos. Ninguém esconde que a motivação seja financeira. Com novas seleções, a entidade teria uma renda elevada a um recorde de R$ 21 bilhões (US$ 6,5 bilhões). Em comparação ao Mundial da Rússia, em 2018, o aumento seria de US$ 1 bilhão e 35% acima do que obteve na Copa de 2014 no Brasil.

A própria entidade admite que a qualidade do futebol vai sofrer e vem recebendo críticas da atual campeã do mundo, a Alemanha.

Com o número de 48 definido, a briga agora será por vagas. A Conmebol insiste que quer sete para a América do Sul, o que é alvo de críticas de outras regiões que alertam que o continente tem apenas 10 times.

Para convencer os europeus, a Fifa acena com uma expansão de 13 para 16 vagas, enquanto que a África passa de 5 para 9. Outra proposta indica 6,5 para a Concacaf, 8 para asiáticos e uma para a Oceania. O modelo, porém, não está fechado. Só em renda com as TVs e direitos vendidos, o salto seria de meio bilhão de dólares.

Durante o encontro deste domingo, a África chegou a propor que, em um primeiro momento, a Copa fosse expandida para 40 e só depois para 48. Mas foi voto vencido.






Estrutura
No total, 80 jogos seriam disputados. Mas a Fifa promete que pode realizar o torneio no mesmo período que o atual modelo, com 32 dias. Aos clubes, a entidade também promete não aumentar o número de dias com atletas cedidos às seleções e que, no total, um time que chegue à final disputaria apenas sete partidas. Esse é o mesmo número do atual modelo de Copa.

Questionado se haveria já um acordo, o suíço Gianni Infantino, presidente da Fifa, desconversou. "Vocês ouviram a nova proposta?", disse. "Uma Copa com 64 times", brincou.
O suíço também tem a sua credibilidade colocada em risco. Se o projeto passar, ele demonstrará que tem legitimidade e que a sua promessa de campanha tinha apoio. Mas se fosse derrotado, poderia ter a sua posição seriamente enfraquecida em uma entidade que ainda não se reergueu.






quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Judô corta Masters do calendário em 2017 e recria Mundial Absoluto


Fonte: Super Esportes (Agência Estado)
Edição: Jorge Luiz da Silva.
Imagens: Google.com.br (Arquivo ASES)
Salvador, BA (da redação itinerante do Esporte Comunitário)





O calendário internacional do judô não terá mais o Masters, evento que reunia apenas um máximo de 16 judocas por categoria de peso, considerado menos importante apenas que o Mundial e a Olimpíada.

A programação de 2017 foi divulgada pela Federação Internacional de Judô (IJF) com corte no número de competições.

Na comparação com o ano passado, deixam o calendário quatro etapas de Grand Prix, em Cuba, na Mongólia, no Casaquistão e na Hungria. O Grand Slam na Rússia muda de local, de Tyumen para Ecaterimburgo. O Brasil, como já aconteceu em 2015 e 2016, não receberá nenhum evento do Circuito Mundial.

A principal novidade é ao retorno do Campeonato Mundial Absoluto, disputado em uma única categoria, aberta a atletas de todos os pesos. A competição vai acontecer em Marraquexe, no Marrocos, nos dias 11 e 12 de novembro. Sua última edição havia sido em 2011.

O Campeonato Pan-Americano, entre 28 e 30 de abril, ainda não tem seu local definido. Já o Mundial vai acontecer de 28 de agosto a 3 de abril em Budapeste, na Hungria, onde fica a sede da federação internacional.